Leitura do pedido, orçamento pela tabela vigente do seu LIS, agendamento no RIS, laudo e nota fiscal. Tudo na mesma conversa.
Isso não é um chatbot de atendimento. É o canal comercial do laboratório rodando dentro dos sistemas que você já usa. E nós cobramos por resultado: um percentual da receita de cada unidade conectada. Se a unidade não fatura, nós não faturamos.
As dores abaixo não são hipóteses de marketing: são o que encontramos em redes reais de diagnóstico antes de automatizar o canal.
É a pergunta mais urgente para o paciente e a mais repetitiva para a equipe. Cada consulta manual de resultado de exame é telefone tocando e recepção parada.
Numa rede real, a mesma orientação de jejum foi digitada manualmente 3.917 vezes em um ano, por seis pessoas diferentes, cada uma escrevendo à sua maneira. Preparo com variação é coleta perdida.
Quase 1 em cada 10 mensagens de paciente chega entre 18h e 6h, com a recepção fechada. Sem automação, essa demanda espera até o dia seguinte ou migra para o concorrente.
O paciente manda a foto do pedido e espera. Alguém precisa ler exame por exame, achar cada um na tabela vigente e somar. Enquanto isso, a mesma foto já foi para outros dois laboratórios.
Exame de controle tem periodicidade. O laboratório tem o histórico, tem o telefone e não avisa ninguém. A base de pacientes fica parada enquanto se gasta com anúncio para atrair gente nova.
A conversa fica no chat e a ordem de serviço fica no LIS, sem ligação entre as duas. O canal é avaliado por tempo de resposta porque ninguém consegue avaliá-lo por receita.
Nenhuma etapa acontece numa planilha paralela: o preço vem da tabela vigente do seu LIS, o horário vem do seu RIS, o laudo vem do portal de resultados e o valor cobrado na ordem de serviço volta para o painel. Quando o caso exige uma pessoa, cai na fila da unidade certa.
Foto, PDF, pedido do SUS ou guia TISS: o assistente lê o documento, identifica exame por exame e devolve o orçamento pela tabela vigente lida direto do LIS Shift, não por uma planilha paralela que envelhece. Em produção, 97,6% dos documentos são interpretados e 88% dos exames viram preço; o que é realmente ambíguo vai para uma pessoa em vez de ser chutado.
Unidade, convênio, horário e preparo resolvidos na mesma conversa, com integração ao RIS da rede: SmartRIS e PRORADIS em produção, outros via API. Confirmação com código, data, endereço e o que o paciente precisa fazer antes do exame, sempre no mesmo texto aprovado pelo laboratório.
O laudo liberado no Shift dispara a notificação ao paciente, e a consulta ao portal de resultados só acontece depois de CPF e data de nascimento validados no código, antes de qualquer chamada ao sistema. Laudo em PDF na própria conversa, com nota fiscal e segunda via pelo mesmo canal.
O valor cobrado na ordem de serviço é lido no LIS e volta para o card do paciente, separando particular e convênio. Em vez de taxa de resposta, a diretoria vê quanto o canal gerou e quanto do movimento ainda passa ao lado dele: numa rede medida, 72% das ordens de serviço não tinham tido nenhuma conversa no WhatsApp.
Numa rede real, uma dosagem de zinco era orçada pelo material errado: R$ 66 no lugar de R$ 76. Não era só o zinco, eram cinco exames. Achar isso exige estar dentro da tabela do LIS, não em cima dela.
Também faz parte da entrega:
Para redes que não querem só uma ferramenta a mais, existe um segundo escopo: a Oncode assume a frente de tecnologia do grupo. É o modelo que estamos implantando numa rede de mais de 80 unidades e 11 marcas, e ele vive de seis frentes.
O Chama AI em toda a rede, com padronização das orientações de preparo e coleta, fluxos de acompanhamento e campanhas. Uma assistente por unidade, uma régua só de qualidade.
Laudo, consulta de resultado, catálogo de exames, tabela de preços, leitura de pedido médico e orçamento automático. Inclui a interlocução técnica direta com o fornecedor do sistema, que deixa de ser um problema do laboratório.
Painéis por unidade e por marca, receita rastreada até a ordem de serviço, comparativo de desempenho entre unidades e indicadores de qualidade. Decisão com dado do próprio LIS, não com percepção.
CRM alimentado pela própria conversa, atribuição de receita por origem e uso da base para o que ela tem de mais óbvio: identificar quem deveria ter repetido o exame de controle e não repetiu. Não é campanha, é cuidado, e a volta aparece no LIS.
Padronização entre marcas e unidades, avaliação automática da qualidade de cada atendimento e raio-x por operador. O gestor para de auditar conversa por amostragem e passa a olhar a operação inteira.
Priorização do que construir primeiro, ordem de implantação nas unidades e reporte periódico de resultado. Mais as entregas previstas de módulo financeiro sobre a base do LIS, help desk interno e BI dentro do Chama AI.
Escopo declaradamente fora: microinformática (equipamentos, estações, impressoras), TI local das unidades (rede, cabeamento, telefonia), suporte a usuário final em software de terceiros, ERP e sistemas administrativos, e construção de sistema laboratorial próprio. O foco é o que gera resultado no atendimento e na receita.
Não vendemos licença, não cobramos por usuário e não cobramos por conversa. A remuneração é um percentual da receita de cada unidade conectada, apurado no faturamento da própria unidade dentro do seu LIS. É a forma mais honesta que encontramos de alinhar o nosso resultado ao do laboratório.
Cada unidade paga sobre o que ela mesma fatura. A unidade pequena do interior não subsidia a matriz, e a matriz não é penalizada pela filial que ainda está começando. Uma fatura só para o grupo, com o demonstrativo aberto por unidade.
A base de cálculo é o faturamento da unidade no seu próprio sistema, não uma métrica nossa que você precisa aceitar de boa fé. Você confere a fatura olhando o seu LIS, no mês de referência, sem depender de relatório que nós produzimos.
Pontos de coleta, postos hospitalares, UPAs e unidades administrativas que operam pela conexão de uma unidade-mãe são atendidos e não são cobrados. Na prática, o percentual efetivo sobre o faturamento da rede fica abaixo do percentual contratado.
Se a rede cresce 10%, nossa receita cresce 10%, sem renegociação e sem cláusula de reajuste inventada. E quando entra uma unidade nova, entra só o valor dela: o contrato não é reaberto a cada expansão.
É um modelo desconfortável para quem vende software e confortável para quem entrega resultado. Assumimos esse desconforto de propósito: ele nos obriga a continuar melhorando a operação depois da assinatura, que é exatamente quando a maioria dos fornecedores para.
O que o modelo não tem:
O percentual é definido em conversa, conforme o porte da rede e o escopo contratado: só a operação, ou operação mais a condução da frente de tecnologia.
Todos os números abaixo foram apurados diretamente das bases de produção de cada operação: documento a documento, agendamento a agendamento, ordem de serviço a ordem de serviço. Por respeito aos nossos clientes, as redes são identificadas em conversa, mediante autorização.
Rede de clínicas de imagem com sete unidades operando pelo mesmo canal. Fluxo completo de agendamento de exames automatizado e integrado ao RIS da rede, cobrindo 203 modalidades, de ultrassom a tomografia, com menus de convênio por unidade.
Período: jul/2025 a ago/2026. Medições diretas da base de produção do cliente.
Rede de laboratórios de análises clínicas com mais de 80 unidades e onze marcas distintas. Aqui o canal foi ligado ao LIS Shift de ponta a ponta: o pedido médico vira orçamento pela tabela vigente, o laudo liberado dispara a notificação ao paciente e o valor cobrado na ordem de serviço volta para o painel de gestão. É também onde a Oncode passou a conduzir a frente de tecnologia, e não apenas o atendimento.
Período: ago/2025 a set/2026. Medições diretas da base de produção do cliente.
Por resultado: um percentual da receita de cada unidade conectada, apurado no faturamento da própria unidade dentro do seu LIS. Não há licença por usuário, cobrança por conversa nem mensalidade fixa desligada do resultado. Unidade que fatura menos paga menos, unidade que cresce paga proporcionalmente mais, e os postos vinculados a uma unidade já conectada são atendidos sem custo adicional. O percentual é definido em conversa, conforme o porte da rede e o escopo contratado.
Sim. O paciente envia a foto ou o PDF do pedido, incluindo pedidos do SUS e guias TISS, e o assistente identifica cada exame e devolve o orçamento com o preço da tabela vigente do próprio LIS do laboratório, sincronizada todo dia. Em produção: 97,6% dos documentos interpretados e 88% dos exames precificados automaticamente. Nome genuinamente ambíguo, como PCR ou creatinina de sangue ou urina, não é chutado: vai para uma pessoa decidir.
Em produção: o LIS Shift, sobre banco InterSystems IRIS, do qual lemos catálogo de exames, tabela de preços vigente, liberação de laudo e valor cobrado na ordem de serviço; e os RIS de diagnóstico por imagem SmartRIS e PRORADIS, onde o agendamento é efetivado. Também integramos portais de resultados por API e webservice. Sistemas próprios ou legados são avaliados caso a caso, e a interlocução técnica com o fornecedor faz parte do nosso trabalho, não do seu.
As duas coisas são contratáveis. Existe o escopo operacional, que é o canal integrado ao LIS e ao RIS, e existe a condução da frente de tecnologia: inteligência de dados e BI, governança e qualidade de atendimento, uso comercial da base de pacientes, interlocução técnica com os fornecedores de sistema e roadmap do que construir primeiro. Ficam expressamente fora microinformática, TI local das unidades, ERP e suporte a software de terceiros.
O valor cobrado na ordem de serviço é lido direto no LIS e devolvido para o card do paciente no painel, separando particular e convênio. O laboratório passa a enxergar em reais o que saiu do canal, e também o que não passou por ele: numa rede medida, 72% das ordens de serviço do período não tiveram nenhuma conversa no WhatsApp. Esse número costuma ser a conversa mais útil da primeira reunião.
Nenhuma consulta ao portal acontece sem validação prévia de CPF e data de nascimento. A validação é feita no código, antes de qualquer chamada ao sistema, não apenas no comportamento da IA. Dados coletados para laudo servem exclusivamente para laudo.
É o cenário para o qual a plataforma foi desenhada. Cada unidade tem sua própria assistente, com endereço, horários de coleta, convênios e exames próprios, e as transferências caem na fila humana daquela unidade. A gestão e os relatórios ficam centralizados. Hoje operamos uma rede de imagem com 7 unidades e uma rede de análises clínicas com mais de 80 unidades e 11 marcas.
Sim. Todos foram apurados diretamente das bases de produção das operações citadas, documento a documento e ordem de serviço a ordem de serviço. Não são estimativas de plataforma nem projeções. Por respeito contratual aos clientes, os nomes das redes são apresentados em conversa, mediante autorização, junto com a metodologia de apuração.
Sim, exclusivamente a API oficial do WhatsApp Business (Meta), o que garante conformidade com os termos de uso, templates, botões interativos e estabilidade para volume alto. Uma das operações processa cerca de 29 mil mensagens por dia nesse regime.
Começa com um diagnóstico da operação: unidades, sistemas, volume de WhatsApp e principais motivos de contato. A partir daí, desenhamos a arquitetura, integramos, configuramos as assistentes por unidade e acompanhamos o go-live. O acompanhamento não termina na entrega: os indicadores são revisados continuamente.
Quase nenhum laboratório sabe responder, porque ninguém liga a conversa à ordem de serviço. Conversa direta com quem construiu essas integrações: mapeamos suas unidades, seu LIS e seu volume de WhatsApp, e mostramos onde a receita está passando ao lado do canal. E como cobramos percentual do que cada unidade fatura, essa conta interessa a nós dois.
Sem compromisso. Sem formulário. Quem atende é quem construiu.